sexta-feira, 29 de outubro de 2010

MARION COTILLARD É “LADY GREY” EM LONDRES

Depois de passar por Paris, Nova Iorque e Xangai, Marion Cotillard encarna a quarta e última parte da campanha publicitária “Lady Dior”, em Londres. Após celebrar o negro em Paris (Lady Noir), o vermelho em Nova Iorque (Lady Rouge) e o azul em Xangai (Lady Blue), a marca Dior exalta agora o cinzento na capital inglesa, com a nova campanha “Lady Grey”.

Abrilhantada por uma luz dourada, Marion Cotillard aparece no topo do London Eye, com uma vista panorâmica sobre Londres. A actriz francesa posa para as câmaras de Mert Alas & Marcus Piggott, com um vestido da colecção Cruise Collection 2011 e um penteado estilo boneca inglesa. À semelhança das anteriores campanhas, “Lady Grey” será seguida de uma curta-metragem, cujo realizador ainda não foi revelado. Em Maio passado, David Lynch sucedeu a Jonas Akerlund e Olivier Dahan - realizadores de “Lady Noir” e “Lady Rouge” - e produziu “Lady Blue”.

Enquanto o novo filme não estreia, veja ou reveja os anteriores capítulos de “Lady Dior”.



LADY NOIR





LADY ROUGE





LADY BLUE

MARC JACOBS ABRE LIVRARIA EM NOVA IORQUE

Marc Jacobs acaba de realizar um sonho de infância: abrir uma livraria. A loja chama-se BookMarc – que em inglês significa marcador, daí o jogo de palavras - e acaba de inaugurar no bairro de West Village, em Nova Iorque.

Além de livros especializados em moda, arte e fotografia, a livraria apresenta também uma cuidada selecção de cadernos, lápis, estojos, marcadores e outros objectos de papelaria, todos com a assinatura do conceituado designer, assim como uma criteriosa escolha de discos.

Com este novo espaço, são já seis as lojas que Marc Jacobs tem em West Village, em Nova Iorque.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

LACOSTE LANÇA PÓLO DE PORCELANA POR LI XIAOFENG

Depois do sucesso das suas anteriores colaborações com artistas e designers de várias áreas, a Lacoste volta a surpreender com mais uma inovadora edição de coleccionador. Este ano, a marca do crocodilo desafiou o artista chinês Li Xiaofeng a re-imaginar o seu icónico pólo como uma peça de arte original e, posteriormente, criar um estampado exclusivo a usar numa edição limitada de pólos para homem e senhora.

Li Xiaofeng desenvolveu o seu trabalho como muralista, mas foi na escultura que encontrou forma de explorar um novo conceito e uma nova expressão das paisagens chinesas. A sua escolha de materiais é curiosa: em vez de mármore, madeira ou vidro, Li prefere comprar fragmentos de porcelana, recuperados em escavações arqueológicas, alguns do tempo da dinastia Ming, que enverniza e une uns aos outros com arame para criar paisagens reorganizadas. “Depois de me formar, em 2003, usei uma composição e materiais para pintar uma série de paisagens chinesas a aguarela. Para perceber melhor o sentimento que os antigos pintores tinham ao fazer o seu trabalho, comecei a aperceber-me das peças de porcelana nas pinturas. Eram completamente diferentes dos estilos mais eruditos de pintura. Eram simples e sinceras, idênticas à minha natureza. Gradualmente ia acumulando fragmentos de cerâmica e surgiu a ideia de criar uma peça de arte. Depois de ter feito o meu primeiro blusão Mao, apercebi-me que tinha entrado numa área completamente diferente daquele em que me encontrava até aí. Era muito diferente da formação que tinha tido na Universidade, no entanto, tinha uma ligação mais essencial. Tinha muito que valia a pena ser explorado. A minha primeira ideia para este trabalho era que ele pudesse ser vestido, para artes performativas. Em 2004 e 2005, trabalhei para artes performativas várias vezes. As peças aí utilizadas estão relacionadas com o corpo humano e isso é uma situação ideal. A minha primeira peça com fragmentos de cerâmica foi um blusão Mao. Chamava-se “Beijing Memories”. A minha ideia foi destilar esta Era a um novo nível, através da arte”, explica o artista.

Para criar os 2 pólos da edição de coleccionador 2010 da Lacoste, Li teve de adaptar ligeiramente os seus métodos de trabalho. Para o pólo impresso, escolheu fragmentos azuis e brancos com desenhos de lótus (símbolos de pureza e renascimento) e imagens de crianças do Período Kangxi (1772 AD) da Dinastia Qing (1644 - 1911 AD) (símbolos de fertilidade). Li deu forma e poliu os fragmentos como habitualmente, mas, em vez de os furar e unir com arame, fotografou cada um deles e colocou-os, um por um, num padrão digital de tamanho real da frente do pólo, das costas e das mangas. Escolheu uma faixa em azul-escuro para o colarinho e mangas do modelo de homem e em azul claro para o modelo de senhora. O toque final foi dado pela colocação do logotipo do crocodilo Lacoste em branco. O pólo de porcelana estampado está limitado a uma edição de 20.000 unidades, tanto para homem como senhora e vem embalado numa bolsa de seda com o selo vermelho Li Xiaofeng Lacoste.

Na escultura do pólo de porcelana, Li usou fragmentos novos. Inspirado pelo início da dinastia Ming (1368 -1644 AD), pintou taças de porcelana com imagens de um estudioso a contemplar uma paisagem, rodeado por orquídeas, bamboos, crisântemos e flor de ameixoeira. Desenhou o crocodilo Lacoste nas taças, bem como a Fénix, um importante símbolo de sorte e oportunidade na cultura chinesa. Nas costas do pólo, usou duas filas paralelas do meio-círculo dos fundos das taças, para representar as escamas de um crocodilo. No centro, inverteu o crocodilo e letras do logótipo Lacoste, seguindo a tradição chinesa de colocar os caracteres invertidos para dar boa sorte.

Li Xiaofeng demorou 3 meses para pintar, soldar, criar os fragmentos, moldar, polir e unir 317 fragmentos para criar o pólo de porcelana, que é o pólo Lacoste mais caro e exclusivo criado até à data. “Usei mais de 300 fragmentos de porcelana! Tenho formação como pintor a óleo. Quando um artista termina um quadro, ninguém calcula quantas pinceladas foram necessárias ou quanta tinta foi usada. Desde que se chegue ao efeito que se idealizou, está tudo bem. Isto tornou-se um dos meus hábitos”, afirma o artista.

Estes pólos estarão à venda nas lojas LACOSTE a partir do início do próximo mês de Dezembro 2010 por 150€.

www.lacoste.com/lixiaofeng

DRAWING FASHION

A partir do próximo dia 3 de Novembro, o Design Museum, em Londres, apresenta “Drawing Fashion”, uma colecção única de algumas das mais notáveis ilustrações de moda dos séculos XX e XXI. Em exibição estarão trabalhos originais que definem a arte da ilustração de moda, de colecções de grandes casas como Chanel, Dior, Comme des Garçons, Poiret, Viktor & Rolf, Lacroix e Alexander McQueen, entre outras.

“Drawing Fashion” apresenta o trabalho de grandes ilustradores de moda no seu apogeu criativo: desde Lepage no início do século XX, Gruau nas décadas de 40 e 50, António nos anos 60, 70 e 80, até artistas mais actuais como Mats Gustafson, Aurore de la Morinerie e Francois Berthoud. Clips de filmes, música e fotografias estarão ao lado de ilustrações originais para reflectir o espírito e estilo das várias décadas, assim como as mudanças sociais e culturais dos séculos XX e XXI.

Esta colecção foi reunida durante 30 anos por Joelle Chariau da Galerie Bartsch & Chariau e será agora apresentada pela primeira vez ao público.

“Drawing Fashion” estará em exibição até 6 de Março de 2011.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

MODALISBOA IN THE MARKET | WORKSTATION


FOTOGRAFIAS GONÇALO BORGES DIAS
















FOTOGRAFIAS ISABEL ZUZARTE






















FOTOGRAFIAS RITA CARMO






















FOTOGRAFIAS VANDA NORONHA
















FOTOGRAFIAS VASCO NEVES
















FOTOGRAFIAS VERA MARMELO