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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

PIERRE NINEY É YVES SAINT LAURENT



O próximo filme biográfico de Yves Saint Laurent, da autoria de Jalil Lespert, intitula-se simplesmente “Yves Saint Laurent” e é protagonizado por Pierre Niney. O trailer já foi divulgado.

Numa conferência de imprensa onde Yves Saint Laurent é anunciado como diretor criativo da casa Dior, o jovem criador de 21 anos é interrogado por uma série de jornalistas: Não se sente muito novo para liderar a maior casa de Alta Costura francesa? O que tem em mente para o seu primeiro desfile? Como se sente neste momento?

Yves Saint Laurent, interpretado por Pierre Niney, responde: "Eu não posso descrever tudo o que sinto, mas vou fazer o meu melhor e até ao fim."

Yves Saint Laurent veste as modelos com as suas criações mais famosas, beija o seu parceiro ou posa nu. Cena após cena, vamos conhecendo um Yves Saint Laurent criativo, apaixonado, ousado, vanguardista, adorado, inspirado, anti-conformista, provocante e atormentado.

O filme, com estreia marcada para o início de 2014 em França, foi aprovado por Pierre Bergé, cofundador da casa Yves Saint Laurent, parceiro de negócios de longa data e ex-companheiro de Yves Saint Laurent.



FIRST LOOK: DAMIEN HIRST PARA ALEXANDER MCQUEEN


A marca Alexander Mcqueen acaba de revelar o resultado da sua colaboração com o artista Damien Hirst. Uma coleção exclusiva de 30 lenços que celebra o 10º aniversário do célebre lenço McQueen estampado com um crânio. Misturando o icónico motivo com a entomologia de Hirst – borboletas e escaravelhos – a nova coleção é tão caleidoscópica como romântica, e ganha vida num pequeno filme criado por Sølve Sundsbø.

Modelos envoltas em lenços de seda movem-se lentamente em frente à câmara, enquanto os lenços ondulam ao seu redor. Uma produção etérea e transcendente, como seria de esperar da marca Alexander Mcqueen e do artista Damien Hirst.






terça-feira, 12 de novembro de 2013

#DIESELTRIBUTE


Nicola Formichetti foi nomeado diretor artístico da marca Diesel em abril passado e revelou recentemente a sua primeira coleção cápsula para a marca italiana, intitulada #DieselTribute. Tendo como ponto de partida o arquivo histórico de 35 anos da marca, o designer presta homenagem ao ADN da Diesel e redefine a sua linguagem visual com peças personalizadas, detalhadas e originais. “Visitar as fábricas da Diesel em Itália foi incrível. A decisão de usar estes materiais encontrados no arquivo de uma forma nova foi imediata. Esta nova edição limitada e exploração artesanal do denim e couro são dois importantes passos no futuro design da Diesel”, comenta Nicola.

A coleção cápsula é dividida em duas linhas diferentes - denim e couro. A primeira foi lançada no passado dia 4 de novembro e a segunda será apresentada em fevereiro de 2014. A coleção completa apresenta uma mistura de produtos femininos e masculinos, 45 peças no total que incluem vestuário, denim, acessórios e roupa interior. A coleção denim, composta por 11 peças de vestuário, 7 de acessórios e 4 opções de roupa interior, restaura o prestígio do denim e apresenta detalhes como rebites aplicados à mão e emblemas de inspiração rock cortados e colocados manualmente, que tornam esta linha especial e irresistível para os admiradores da marca.

Para comunicar o lançamento e o conceito da sua primeira coleção para a Diesel, Nicola Formichetti contou com a colaboração do célebre fotógrafo britânico Nick Knight e da equipa de criativos digitais do SHOWStudio. Fotografada inteiramente com iPhone, a campanha #DieselTribute explora as falhas e filtros das melhores apps de foto e vídeo, tais como Glitchè, Megaphoto, Instagram, PickPlayPost, e traduz as linguagens das redes sociais num novo conceito visual nunca usado anteriormente. Além da divulgação em plataformas sociais específicas como o Tumblr, Facebook e Instagram, o conteúdo digital capturado nesta campanha vai também despoletar instalações digitais em lojas Diesel selecionadas.

"Quero tornar a Diesel a marca mais cool do planeta. Estamos a planear muitas coisas 'loucas' para o futuro", afirma Nicola Formichetti.




“DIOR GLAMOUR”


A Rizzoli New York convida-nos a entrar num dos períodos mais revolucionários da história da Alta Costura, com “Dior Glamour”. O novo livro foca o período de 1952 a 1962, descrito como a "Divina Decada" de Christian Dior, quando o fotógrafo Mark Shaw trabalhou em estreita colaboração com a casa de moda, documentando tudo o que via, desde desfiles e fittings privados a sessões fotográficas com socialites e atrizes vestidas com algumas das mais admiráveis criações da marca.

As fotografias de Mark Shaw foram inicialmente publicadas na revista Life, mas o livro “Dior Glamour” apresenta um olhar muito mais extenso do trabalho do fotógrafo. As páginas são preenchidas com cerca de 130 fotografias, que abrangem desde ensaios de desfiles a fotos de arquivo que mostram as criações de Alta Costura de Dior a serem usadas nas ruas de Paris.

“Dior Glamour” é um livro imprescindível para os admiradores do mais influente criador de moda da década de 1950.

FOTOS: C Mark Shaw / Dior Glamour / Rizzoli New York


segunda-feira, 11 de novembro de 2013

ESCULTURA DE JOANA VASCONCELOS NA EXPOSIÇÃO “MISS DIOR”


Joana Vasconcelos foi uma das 15 artistas contemporâneas convidadas pela casa Dior para criar uma peça original para a exposição “Miss Dior”, no Grand Palais, em Paris, que presta homenagem ao primeiro perfume da marca, J'Adore, criado em 1947. A obra da artista portuguesa, intitulada “J'Adore Miss Dior”, consiste num enorme laço preenchido por milhares de frascos iluminados de “J'Adore”, e estará em exibição, de 13 a 25 de novembro, juntamente com as criações de artistas como a escultora brasileira Maria Nepomuceno, a fotógrafa britânica Hanna Starkey, a artista norte-americana Polly Apfelbaum e a fotógrafa e realizadora iraniana Shirin Neshat. Cada obra será exposta ao lado de uma criação icónica da casa Dior, como o vestido "Concerto", de 1957, que acompanhará o laço de Joana Vasconcelos.

Com entrada gratuita, “Miss Dior” apresenta também obras de arte que inspiraram o fundador da casa, Christian Dior, entre 1928 e 1934, assim como fotografias raras e uma série de peças de Alta Costura, incluindo os vestidos desenhados por Raf Simons, diretor artístico da Casa Dior, para a atriz Natalie Portman, rosto do perfume da marca.




DAVID BOWIE PROTAGONIZA COM ARIZONA MUSE A NOVA CURTA METRAGEM DA LOUIS VUITTON




Drama e fantasia conciliam-se em “L’Invitation au Voyage”, o segundo capítulo de uma intrigante e comovente história da Louis Vuitton.

Desta vez, a aventura decorre em Veneza e volta a ter como protagonista Arizona Muse, que chega à cidade italiana num balão às riscas vermelhas e brancas, em noite cerrada. Surpreendida pela música que vem de um magnífico palácio, Arizona afirma o seu espírito de aventura, transpondo as arcadas da Praça de San Marco e abrindo as portas do majestoso edifício.

David Bowie está sentado ao cravo. Os seus olhares cruzam-se. Encantado com a sua beleza e elegância, o músico toca uma versão especial de “I’d rather be high”, a última música do seu álbum “The Next Day”. Subitamente, Arizona vê-se rodeada por um elenco de personagens extravagantes, que parecem surgidas de um sonho e formam um cenário que evoca a intemporal cinematografia veneziana.

Emocionada, Arizona Muse fecha os olhos. Quando os reabre, já não há música. É de dia. Todos os personagens desapareceram, assim como David Bowie. Arizona tira uma partitura musical da sua carteira Vivienne, a única prova da experiência que os dois partilharam.

A sua ousadia permitiu-lhe experienciar uma aventura extraordinária, um verdadeiro sonho. Feliz com o sucedido, Arizona parte em direção ao seu destino, num antigo barco chinês que a espera na lagoa.





sexta-feira, 8 de novembro de 2013

MODALISBOA EVER.NOW | OPENING PARTY VIDEO


Imagens captadas e remisturadas por OSKAR & GASPAR, para Opening Party ModaLisboa by Heineken no Lux (11 de Outubro 2013)


NOVA COLEÇÃO LACOSTE “HOLIDAY COLLECTOR” POR PETER SAVILLE




E se o famoso crocodilo da Lacoste se transformasse num rabisco verde? Convidado a reinterpretar o icónico polo L.12.12, Peter Saville vem provar que a identidade da Lacoste é imortal.

No ano em que comemora o seu 80º aniversário e após várias colaborações de sucesso com artistas e designers de diferentes áreas, como Tom Dixon, Michael Young, Li Xiaofeng, Jonathan Adler ou os irmãos Campana, a Lacoste volta a surpreender com mais uma inovadora edição (a oitava) da série “Holiday Collector”.

Com humor, inteligência e criatividade, o designer e diretor de arte britânico, Peter Saville, cumpriu a sua missão e transformou o icónico polo L.12.12 num must-have colecionável. Ao invés de alterar a cor ou a forma, Saville optou por divertir-se com o logótipo Lacoste, desafiando a cultura de marca. Manteve o branco e o verde original, mas levou a forma do crocodilo ao limite, transformando-o num rabisco, uma mancha turva ou uma simples linha direita. “O crocodilo é um sinal de reconhecimento poderoso para a Lacoste e por isso pretendi chegar ao limite extremo, um ponto em que o crocodilo já não fosse reconhecível. Ainda assim uma mancha verde num polo branco continua a ser Lacoste! A experiência é uma abstração bem sucedida”, explica.

A coleção "The Holiday Collector Series N° 8” é constituída por polos brancos em versão masculina e feminina, com 8 variações de crocodilos. Quatro desses modelos estarão disponíveis a partir do próximo dia 11 de novembro, em lojas Lacoste selecionadas.

Existe também uma edição limitada composta por 80 exemplares femininos e 80 masculinos, em que cada polo tem um logótipo único. Cada peça é acompanhada por um certificado de autenticidade assinado e numerado por Peter Saville. Esta coleção não estará disponível para venda em Portugal.




quinta-feira, 7 de novembro de 2013

RIZZOLI NY LANÇA NOVO LIVRO “LOUIS VUITTON CITY BAGS: A NATURAL HISTORY”




A Rizzoli NY acaba de lançar um livro surpreendente: uma história natural das Louis Vuitton City Bags.

As City Bags representam a linha mais bem-sucedida de acessórios na história da moda moderna, tendo sido fundamentais para tornar a marca Louis Vuitton um sinónimo de luxo. Estas malas de material flexível desenvolveram-se a partir das diversas peças de bagagem portátil que estavam guardados dentro dos baús que outrora representavam o património da empresa. A história começou com a Steamer, uma mala resort criada em 1901. Em cem anos, as formas das City Bags diversificaram-se para responder às exigências e múltiplas funções imagináveis pela mulher moderna, sendo atualmente conhecidas pelos nomes: Speedy, Papillon, Alma, Lockit, Noé, Bucket, Neverfull, Sac Plat e The Pochette.

Profundamente ilustrado com fotografias novas e de arquivo, gráficos históricos, editoriais e campanhas publicitárias, o novo livro “Louis Vuitton City Bags: A Natural History” traça a história destas malas através de um sistema que replica a classificação científica de plantas e animais. As origens e as histórias das City Bags são reconstituídas a partir das suas quatro antecessoras diretas - Steamer, Vanity, Alzer e Keepall - sendo examinados tanto os primeiros exemplares como os modelos mais cobiçados da atualidade, incluindo os resultantes das colaborações artísticas com Takashi Murakami, Stephen Sprouse, Richard Prince, Yayoi Kusama, e Rei Kawakubo e os projetos exclusivos de Zaha Hadid, Shigeru Ban, Vivienne Westwood, Helmut Lang, Andrée Putman, e, claro, Marc Jacobs.

“Louis Vuitton City Bags: A Natural History” é uma publicação ambiciosa sobre a criação e evolução de um fenómeno cultural.






SAMPLE SALE ALEXANDRA MOURA




De 8 a 10 de novembro, a loja Alexandra Moura MA+S disponibiliza peças de coleções passadas Alexandra Moura, com descontos até aos 50%. A mostra Sample Sale decorre na Rua D. Pedro V, nº77, ao Príncipe Real, em Lisboa, entre as 11h00 e as 20h00.

Uma óptima oportunidade para os clientes e admiradores do trabalho de Alexandra Moura adquirirem peças únicas e originais das últimas coleções de inverno para senhora e homem (incluindo acessórios).

Não deixe de passar por lá!


Para mais informações, contactar:

Alexandra Moura MA+S
Tel: 213142511

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

NOVA CAMPANHA HAPPY SOCKS POR DAVID LACHAPELLE


Muita cor, criatividade e diversão caracterizam a nova campanha publicitária da Happy Socks, fotografada por David LaChapelle. A marca sueca, que desde 2008 pretende espalhar felicidade transformando as suas meias em peças de design coloridas, deu carta branca ao famoso fotógrafo e artista norte-americano, conhecido pelo seu estilo irreverente e provocador, para fazer o que quisesse com as Happy Socks. O resultado é, como seria de esperar de LaChapelle, uma explosão de cor, fantasia e provocação.

"Queríamos trabalhar com o David LaChapelle, porque adoramos o seu estilo e o seu trabalho, se colocássemos limites à sua criatividade, iríamos contra tudo aquilo em que acreditamos", afirmou o diretor criativo da marca, Viktor Tell.

Mantendo-se fiel ao seu estilo flashy, irreal e algo futurista, David LaChapelle criou uma campanha repleta de cor e atitude, cujas imagens foram divulgadas no passado dia 1 de novembro nas lojas Pop Up da marca em Lisboa (Centro Comercial Colombo, loja 2.012) e no Porto (Centro Comercial Via Catarina, loja 3.20).

Criada na primavera de 2008, a Happy Socks foi está atualmente presente em mais de 50 países, espalhados por todos os continentes.





TONY MIRANDA LANÇA NOVA LINHA ‘MIRANDA’




A nova linha, mais urbana e com preços mais acessíveis, de Tony Miranda, chama-se simplesmente ‘Miranda’ e foi apresentada no passado dia 30 de outubro, no Martini Terrazza, em Lisboa.

Com o objetivo de tornar as suas criações acessíveis a um público mais alargado, o criador português lança agora uma nova coleção para homens e mulheres em progressão de carreira. Uma coleção que, segundo o próprio, se situa entre o pronto-a-vestir mais exclusivo e a alta costura. “São peças couture, elegantes e com requinte, feitas em série limitada e com preço abaixo de muitas marcas de pronto-a-vestir”, afirma Tony Miranda.

A linha feminina foi desenhada a pensar na mulher que trabalha, executivas que, cada vez mais, estão a assumir a liderança das empresas e das organizações. São peças que se articulam entre si e que se adequam a vários ambientes e ocasiões. A coleção masculina segue o mesmo princípio. Casacos, camisas, calças tanto podem resultar numa imagem mais formal, como dar lugar a uma postura mais casual. Padrões nos blazers e casacos, zips nas calças e nas malhas criam uma linguagem versátil que tanto se adapta ao contexto empresarial como a um ambiente mais descontraído.

FOTO: © Bruno Raposo