segunda-feira, 13 de maio de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
EXPOSIÇÃO DE PAUL NELSON-ESCH NA LX FACTORY
Depois da apresentação da sua primeira exposição a solo no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz, e da realização de dois desfiles no Casino desta mesma cidade, Paul Nelson-Esch instala-se agora em Lisboa com uma retrospetiva das suas obras de arte, ilustrações e criações de moda. A exposição inaugura hoje, 10 de maio, no open day da LX Factory, entre as 18h00 e as 24h00, com um desfile às 22h00. A entrada é livre.
Natural de África do Sul, Paul Nelson-Esch é um artista, designer de moda e ilustrador que vive e trabalha atualmente na Figueira da Foz. Estudou em Inglaterra, no Berkshire College of Art and Design e na University of Westminster (Harrow), formando-se em design de moda.
Tem 12 dos seus desenhos publicados no livro “Fashion Illustration”, editado pela Design Media Publishing em 2011 e já expôs as suas obras de arte em Amesterdão e Londres. Um dos seus desenhos aparece na série “Mindy Project” da Fox.
O seu trabalho é inspirado pela música, literatura, cinema e cultura pop.
Com uma estética depurada muito própria, Paul Nelson-Esch promete conquistar o público lisboeta.
LX FACTORY
Rua Rodrigues de Faria 103,
1300 Lisboa




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Área: Arte, Exposições
quinta-feira, 9 de maio de 2013
PINK DAY NA RUA CASTILHO A 22 DE MAIO


Dinamizar o centro da cidade de Lisboa e o comércio tradicional através de lojas de prestígio é o objetivo do evento anual de primavera / verão da Rua Castilho. O projeto visa diferenciar e reforçar a vertente cosmopolita desta artéria da capital e resulta da associação de um grupo de lojistas da Rua Castilho, com o apoio institucional da Câmara Municipal de Lisboa, da União de Associações do Comércio e Serviços e do Turismo de Lisboa.
Este ano, a Rua Castilho vai vestir-se de cor de rosa. Aproveitando o lançamento da marca Castilho – Lisbon Shopping Destination desenvolvida pela Câmara Municipal de Lisboa dentro do programa de desenvolvimento de zonas de comércio de Lisboa, a dinâmica Rua Castilho celebra a 22 de maio o Pink Day.
Das 10h00 às 21h00, Pink será a cor de afirmação da iniciativa nas 22 lojas aderentes: Karen Millen; Marella; The; Stefanel; Hoss Intropia; Augustus; Veste Couture; Max&Co; Anton Beill Hairdressing; Loja das Meias; Elvira Guedes Day Spa; Mim; P&G; Edíficio Castil; Barra de Ouro; Coccinelle; BCBG MaxAzria; Oculista Castilho; Gerard Darel; Weill; Wickett Jones e Stivali.
“Rua Castilho é um dos locais mais elegantes da cidade. Altos edifícios arquitetónicos e lojas de moda, tornam esta rua uma das mais modernas da cidade. Além de proporcionar um passeio agradável, aqui encontrará arte e elegância em cada montra de loja com marcas internacionais, hotéis, serviços e lojas de recordação”, anuncia o site Lisbon Shopping Destination, que tem por objetivo colocar Lisboa no mapa das compras dos turistas.
O desafio a todos os apaixonados por moda para um dia bem passado está lançado!
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quarta-feira, 8 de maio de 2013
30 ANOS DE MODA JAPONESA

As inovadoras criações dos designers de moda japoneses, que revolucionaram a forma como pensamos a moda atualmente, vão estar em exibição no Seattle Art Museum (SAM), de 27 de junho a 8 de setembro de 2013. “Future Beauty: 30 Years of Japanese Fashion” vai reunir mais de 100 peças de designers reconhecidos como Issey Miyake, Rei Kawakubo e Yohji Yamamoto, assim como de jovens criadores influenciados pela cultura popular e o estilo de vida dinâmico de Tóquio.
Os primeiros designers japoneses a ganhar reconhecimento no Ocidente foram Kenzo Takada e Issey Miyake, na década de 1970. No início dos anos 80 outros nomes emergiram nos desfiles de Paris com uma estética completamente nova. Rei Kawakubo e Yohji Yamamoto apresentaram peças assimétricas a preto e branco, com formas e volumes inesperados, que contornavam a silhueta feminina. Reconhecidas como uma contraproposta radical ao vestuário ocidental, as suas criações ganharam notoriedade imediata. Este foi o início de três décadas de design inovador que influenciou e reformulou a estética e o modo de vestir ocidental.
Com curadoria de Akiko Fukai, historiador de moda e diretor do Kyoto Costume Institute, a exposição “Future Beauty: 30 Years of Japanese Fashion” estará organizada em quatro seções temáticas. A primeira seção, “In Praise of Shadows”, explora o interesse dos designers japoneses nos materiais, texturas e formas e o seu ênfase inicial na luz e sombra. A segunda seção intitula-se “Flatness” e mostra as geometrias simples e a interação de planos e volumes na obra de Issey Miyake e Rei Kawakubo. A seção seguinte foca a relação entre Tradição e Inovação, desde a reinvenção do vestuário e técnicas tradicionais japonesas, como o quimono e o origami, até aos avanços tecnológicos no fabrico e tratamento têxtil. A última seção destaca o fenómeno “Cool Japan”. Apresentando obras de Tao Kurihara, Jun Takahashi para Undercover e Naoki Takizawa, entre outros, “Cool Japan” examina a relação simbiótica entre o estilo de rua, a cultura popular e a alta moda.
No total estarão em exibição cerca de 100 criações de designers famosos como Rei Kawakubo, Yohji Yamamoto, Issey Miyake, Kenzo Takada, Junya Watanabe, Jun Takahashi, entre outros, assim como vídeos de desfiles, documentários, fotografias, revistas e peças efémeras projetadas por conceituados artistas internacionais, como Gilbert and George e Cindy Sherman.
“Future Beauty: 30 Years of Japanese Fashion” promete ser uma experiência fascinante.
SEATTLE ART MUSEUM
1300 First Avenue
Seattle, WA 98101-2003
Foto 1 – Yohji Yamamoto
Foto 2 – Rei Kawakubo para Comme des Garçons, primavera/verão 1997
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Área: Exposições, Moda
NOVO LIVRO DE ROGER VIVIER
O legado do designer de calçado e acessórios Roger Vivier é o tema de um novo livro editado pela Rizzoli New York. Ao longo da sua carreira de sessenta anos, Roger Vivier inovou tanto na forma como nos ornamentos dos sapatos de senhora, com um nível incomparável de delicadeza e requinte. Os seus sapatos são lendários, e a sua tradição de perfeição e espírito inovador continua agora pela mão do atual diretor criativo da casa, Bruno Frisoni, que soube atualizar os conceitos de Vivier.
Intitulado simplesmente "Roger Vivier", o novo livro celebra a história da célebre casa, focando as suas criações desde os anos 1930 à atualidade, incluindo o primeiro salto stiletto criado por Vivier para a Christian Dior em 1955, os pumps com fivela à frente celebrizados por Catherine Deneuve, em 1967, no filme de Luis Buñuel "Belle de Jour", e as mais recentes criações de Bruno Frisoni.
Com cerca de 300 fotografias a cores, esboços de Vivier e Frisoni, e detalhes dos acessórios da marca, este livro - disponível nas principais livrarias e nas 14 lojas da marca em todo o mundo - é tão requintado como os sapatos que enchem as suas páginas.








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terça-feira, 7 de maio de 2013
EXPOSIÇÃO EM PARIS TRAÇA A HISTÓRIA DO MÍTICO CHANEL Nº5
O universo do mítico Chanel Nº5 é apresentado até 5 junho, no Palais de Tokyo, em Paris, numa retrospetiva única que traça a história e revela os mistérios da lendária fragrância idealizada por Gabrielle Coco Chanel em 1921. Com curadoria de Jean-Louis Froment, a exposição "N°5 CULTURE CHANEL" reúne obras de vários artistas, incluindo do pintor espanhol Pablo Picasso, do escritor francês Jean Cocteau e do compositor russo Igor Stravinsky, assim como peças de arquivo da casa francesa.
Chanel Nº5 foi criado pelo perfumista Ernest Beaux. Coco Chanel encomendou-lhe um perfume que "cheirasse a mulher" e que não se pudesse comparar a outras fragrâncias que na época eram feitas a partir do aroma de uma única flor. Chanel Nº5 contém 80.
Porquê Nº5? Porque foi a quinta amostra selecionada entre as 24 apresentadas a Coco Chanel pelo perfumista. Chanel escolheu Nº 5, por ser o seu número da sorte.
Desde a sua criação, a fragrância teve como rostos grandes divas como Marilyn Monroe, Catherine Deneuve, Carole Bouquet, Nicole Kidman, Audrey Tatou, e mais recentemente Brad Pitt.
A exposição inclui também um “Olfactory Workshop”, onde os visitantes podem tentar desvendar as essências de Chanel Nº5.





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Área: Arte, Exposições, Perfumes
LOUIS VUITTON LANÇA NOVA COLEÇÃO DE LIVROS DE VIAGEM
A Louis Vuitton expande a sua coleção de livros de viagem com os novos “Travel Books”. A marca francesa deu carta branca a uma série de artistas de renome e jovens talentos promissores, pedindo-lhes para contar as histórias das cidades e dos países que visitaram, descrevendo os caminhos sinuosos, a arquitetura e a luz de cada lugar e registando o passar dos dias e as vidas dos seus habitantes. Trata-se de uma nova e original abordagem aos livros de viagem, um misto entre o diário de viagem e o caderno de esquissos. Para inaugurar a coleção serão lançados quatro títulos: o artista francês Jean-Philippe Delhomme apresenta a sua visão de Nova Iorque; o congolês Chéri Samba retrata Paris com uma paleta brilhante e colorida; o americano Daniel Arsham envolve de mistério a Ilha de Páscoa; e a jovem ilustradora japonesa Natsko Seki mostra uma Londres gráfica e digital.
Sucessores da coleção “Carnets de Voyage”, que durante quase 40 anos capturaram as aventuras urbanas de alguns ilustradores e aguarelistas, os “Travel Books” da Louis Vuitton oferecem uma nova visão do ato de viajar. Uma visão contemporânea em que se explora tanto países selvagens e longínquos como grandes cidades. Cada artista parte ao encontro de uma história ainda por escrever, com um olhar despertado pela surpresa do desconhecido ou o prazer da redescoberta.
Além da vocação iconográfica destes diários de viagem, a coleção sublinha a riqueza de horizontes da arte contemporânea. Durante as suas viagens, estes artistas oriundos dos quatro cantos do mundo tiveram a liberdade para escolher a sua forma de expressão: o desenho, a pintura, a colagem, a ilustração, a banda desenha ou a manga.
Todos os anos, serão adicionados novos destinos e novos títulos à coleção. Depois da Ilha de Páscoa, Londres, Nova Iorque e Paris, seguir-se-ão Veneza através dos desenhos de manga do artista Jiro Taniguchi, e Vietname visto pelo autor italiano de banda desenhada Lorenzo Mattotti. Para cada novo título, será disponibilizada uma edição limitada e assinada em lojas selecionadas da Louis Vuitton.
FOTOS: © Louis Vuitton | Eric Cowez e Laurent Teisseire









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Área: Livros
sexta-feira, 3 de maio de 2013
FELIPE OLIVEIRA BAPTISTA, PRESIDENTE DO JÚRI DO FESTIVAL D’HYÈRES, ENTREGA PRÉMIO DE 2013 A SATU MAARANEN
Fundado há 28 anos por Jean-Pierre Blanc, o Festival Internacional de Moda e Fotografia de Hyères, que ocorre todos os anos na famosa Villa Noailles, na Riviera Francesa, é um dos mais prestigiados concursos de moda do mundo, oferecendo um 1º prémio de €15.000 na categoria de moda. Mas mais do que o valor monetário do prémio, o que diferencia este concurso dos restantes é o facto de oferecer aos designers finalistas a oportunidade de contactarem com alguns dos mais talentosos criativos e empresários ligados ao setor da moda.
Nos últimos anos, grandes nomes como Raf Simons, Dries Van Noten, Riccardo Tisci e Yohji Yamamoto presidiram o júri de Hyères. Este ano, coube ao designer português Felipe Oliveira Baptista, diretor criativo da Lacoste - que a ModaLisboa deu a conhecer em Portugal na sua 22ª edição, em março de 2004 - ocupar o cargo de presidente do júri do prestigiado concurso que ele próprio venceu em 2002. Entre os outros elementos do júri destacam-se: Paula Reed (diretora de moda dos armazéns Harvey Nichols), Delphine Roche (Numero Magazine), Mark Holgate (Vogue US), Floriane de Saint Pierre (head-hunter), Liesbeth Abbenes (fotógrafa), Maurice Scheltens (fotógrafo) e Bárbara Coutinho (diretora do Museu do Design e da Moda de Lisboa).
O 1º prémio de moda deste ano foi entregue a Satu Maaranen, uma designer finlandesa de 28 anos de idade, que, inspirada pela natureza, Alta Costura e têxteis inovadores, impressionou o júri com a sua coleção de senhora “Garment in Landscape”, repleta de tecidos pintados à mão. Satu Maaranen foi selecionada entre os 10 finalistas de 355 candidatos.
Para Felipe Oliveira Baptista, conquistar o 1º prémio do Festival de Hyères há 10 anos foi um importante ponto de viragem e um dos marcos mais importantes da sua carreira. O designer foi posteriormente agraciado com o prémio ANDAM (Association Nationale pour le Developpement des Arts de la Mode) e com uma bolsa do grupo LVMH (Louis Vuitton-Moet-Hennessy), que lhe possibilitaram lançar uma marca própria e apresentar a sua coleção durante a Semana de Moda de Paris. Atual diretor criativo da Lacoste, cargo que concilia com o desenvolvimento da sua marca homónima, Felipe Oliveira Baptista é o designer de moda português mais aclamado pela imprensa de moda internacional.
A organização do Festival de Hyères espera continuar a fomentar muitas mais histórias de sucesso como a do português Felipe Oliveira Baptista.




FOTOS: Satu Maaranen acompanhada por Felipe Oliveira Baptista, presidente do júri do 28º Festival de Hyères, e Philippe Pasquet, presidente do grupo Première Vision.
Coleção “Garment in Landscape” de Satu Maaranen
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SHOWSTUDIO.COM APRESENTA NOVO FILME DE MODA
Ensaios fotográficos, desfiles transmitidos ao vivo, reportagens sobre os ateliers e os processos criativos de designers e artistas diversos e uma série de filmes de moda únicos tornam o website Showstudio.com, criado no ano 2000 pelo icónico fotógrafo inglês Nick Knight, uma referência para profissionais de moda.
“Bound” é o título do mais recente filme de moda apresentado em Showstudio.com. Um filme hipnotizante criado pela cineasta Marie Schuller em colaboração com a designer de acessórios irlandesa, Una Burke, onde se veem as complexas criações / armaduras em couro de Burke a ganhar vida e a dançar e contorcer misteriosamente em frente à câmara.
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Área: Moda
quinta-feira, 2 de maio de 2013
“ONCE UPON A TIME...” CHANEL
Para celebrar o centésimo aniversário da abertura da primeira loja Chanel em Deauville, o diretor artístico da casa de moda francesa, Karl Lagerfeld, assina uma curta metragem que traça o início da carreira de Gabrielle "Coco" Chanel. Com Keira Knightley no papel da célebre designer, “Once Upon a Time...” será exibido pela primeira vez no próximo dia 8 de maio, numa projeção privada no hotel Raffles de Singapura e simultaneamente no site chanel-news.com.
Os modelos Baptiste Giabiconi, Stella Tennant, Lindsey Wixon ou Caroline de Maigret juntam-se ao elenco da curta-metragem. Veja o trailer.
GABRIELLE “COCO” CHANEL
Depois de uma passagem pelo teatro, onde adquiriu a alcunha “Coco”, Gabrielle Chanel (1883–1971) iniciou a sua carreira como modista de chapéus. Em 1913, abriu a sua primeira loja em Paris. Com os seus chapéus e uma linha limitada de vestuário simples e funcional que jogava com os códigos masculinos e femininos, Chanel fidelizou rapidamente uma clientela dedicada e ávida por se libertar dos opressivos espartilhos. As suas simples e elegantes criações em jersey - um material até então invulgar e apenas utilizado em underwear masculino - foram um sucesso imediato e continuaram a marcar a moda das décadas de 1920 e 1930. O seu famoso “little black dress” tornou-se um clássico do vestuário feminino do século XX.
Em 1939, quando a França declarou Guerra à Alemanha, Chanel fechou o seu atelier, mas após o conflito percebeu que não poderia ficar parada a assistir à ascensão de Christian Dior, cujo “New Look” triunfou no período pós-guerra. Embora muitos admirassem a feminilidade do visual proposto por Dior, com saias rodadas e cinturas marcadas, Chanel considerava que este não se adequava à mulher emancipada que tinha sobrevivido a uma segunda guerra e assumido um papel ativo na sociedade. Tal como tinha feito após o primeiro grande conflito mundial, Chanel esforçou-se por libertar e reanimar a moda feminina, competindo com as propostas de uma nova geração de designers.
A sua coleção de regresso foi apresentada em 1953. Após três estações, Chanel reconquistou a notoriedade. Modernizou visuais clássicos, trabalhou sobre as tradicionais peças em tweed e conquistou uma nova geração de clientes. O clássico fato Chanel, em tweed, tornou-se um símbolo de estatuto e elegância.
Gabrielle Chanel morreu em 1971. A criação das linhas de Alta Costura e pronto-a-vestir foi assegurada por vários assistentes da designer até Karl Lagerfeld assumir a direção criativa de ambas as coleções, em 1983.
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“NEW FASHION PHOTOGRAPHY”
O mais recente livro de moda da editora Prestel, "New Fashion Photography”, editado por Paul Sloman e Tim Blanks, inclui fotografias de grandes nomes como Nick Knight, Rankin, Miles Aldridge e Ruven Afanador, bem como de uma nova geração de fotógrafos mais experimentais como Kourtney Roy, Daniele & Iango e Aram Bedrossian.
Através de entrevistas exclusivas, comentários e imagens únicas, "New Fashion Photography” apresenta mais de 30 jovens artistas de todo o mundo que estão a marcar a nova era da fotografia de moda. O século XXI trouxe mudanças significativas na fotografia, tecnologia, moda e arte. No centro desses movimentos de renovação está um grupo de artistas que ultrapassam os limites da fotografia tradicional de moda de múltiplas formas, seja através da utilização da imagem digital, da manipulação fotográfica, ou do uso de novos medias.
Profusamente ilustrado, "New Fashion Photography” apresenta retratos de Daphne Guinness, Lady Gaga, Lana Del Reye e de uma série de modelos como Iris Strubegger, Liya Kebede e Carolyn Murphy, entre outros rostos famosos.
Mais um livro imprescindível para os amantes da fotografia de moda!








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Área: Fotografia, Livros, Moda