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quinta-feira, 9 de junho de 2011

CHAUMET LANÇA COLECÇÃO “BEE MY LOVE”

A Chaumet, célebre marca de joalharia parisiense, surpreende pelo requinte e primor das suas jóias há mais de dois séculos e nesta estação volta a seduzir com uma irresistível colecção de anéis que celebra o amor: “Bee my Love”.

Ícone da Chaumet desde a época de Napoleão Bonaparte, o seu primeiro cliente, símbolo de poder e imortalidade, a abelha volta a inspirar uma colecção de jóias. “Bee my Love” é constituída por nove variações de um anel formado por pequenos hexágonos que lembram favos de mel, que podem ser usadas sozinhas ou em combinações múltiplas.

Especialmente para esta linha de jóias, a Chaumet lançou a aplicação “Create your own ring”, que permite criar diferentes anéis, através da adição de vários elementos, num máximo de sete. As clientes são convidadas a ‘jogar’ e a construir o seu anel exclusivo, escolhendo não só as cores do ouro, mas também a quantidade de diamantes de cada elemento. No total existem cinco milhões de combinações diferentes!

Ficou curiosa? Aceda AQUI à aplicação e experimente!



A HISTÓRIA DA CHAUMET

A Chaumet foi fundada em 1780 por Marie-Etienne Nitot, antigo funcionário do joalheiro de Maria Antonieta, e duas décadas depois tornou-se o joalheiro oficial de Napoleão. Durante quase um século, a Chaumet foi a joalharia da elite e da realeza francesa e em 1848 conquistou também a realeza inglesa.

Ao longo dos anos, a Chaumet passou pelas mãos de várias gerações de talentos, que souberam preservar o requinte, renome e savoir-faire da marca através de criações belíssimas e com um enorme significado e valor emocional.

A sua história está concentrada na House of Chaumet, em Paris, que pertence à marca desde 1907.

MUSEU BALENCIAGA ABRE AMANHÃ

O valioso legado de um dos criadores de moda espanhóis mais importantes do século XX já tem um espaço próprio. O Museu Balenciaga abre as portas ao público amanhã, dia 10 de Junho, em Getaria (País Basco), a cidade natal de Cristóbal Balenciaga, com uma exposição rotativa que resume a brilhante trajectória professional do grande mestre de Alta Costura.

Em exibição estarão noventa peças seleccionadas, de vestidos a acessórios, de entre mais de 1200 criações. Destacam-se criações realizadas para a aristocracia europeia da época, como o vestido de noiva da rainha Fabiola de Bélgica, ou peças doadas ou emprestadas por personalidades como Hubert de Givenchy, grande amigo do criador basco.

O museu terá ainda anexa uma escola de Alta Costura. Vale a pena uma visita!


Cristóbal Balenciaga (1895-1972) era filho de uma costureira e, após um começo prematuro no mundo da moda com apenas 13 anos, formou-se em Alta Costura em Paris, sob o mecenato da marquesa da Casa Torre. Em 1913 abriu um atelier em San Sebastián, e em 1937 mudou-se para Paris. Foi aí, na cidade luz, que abriu uma loja e se transformou, ao longo de três décadas, numa referência da Alta Costura, buscando sempre um ideal de perfeição e elegância, como comprovam as imagens.


quarta-feira, 8 de junho de 2011

CFDA 2011

Nova Iorque vestiu-se novamente a rigor para homenagear a moda. Na noite do passado dia 6 de Junho, o Lincoln Center acolheu mais uma cerimónia de entrega dos CFDA (Council of Fashion Designers Awards), os ambicionados prémios que distinguem a cada ano os melhores designers de moda americanos.

Os CFDA Fashion Awards visam valorizar e reconhecer as contribuições dadas à moda americana em todos os sectores da indústria e das artes e recompensar a excelência do design na moda feminina, masculina e acessórios. Este ano, Phoebe Philo, foi galardoada com o prémio de melhor designer internacional pelo seu trabalho como directora artística da Celine. Em apenas quatro estações, a designer conseguiu dar à marca francesa uma nova ideia de modernidade minimalista que a trouxe para a vanguarda da moda, tornando cada desfile da Celine num dos pontos altos da Paris Fashion Week. Marc Jacobs recebeu das mãos da sua amiga Sofia Coppola o prémio "Geoffrey Beene Lifetime Achievement Award", em reconhecimento da sua prodigiosa carreira.

Jack McCollough e Lazaro Hernandez, directores artísticos da Proenza Schouler, foram eleitos os melhores criadores do ano na categoria de pronto-a-vestir feminino. Michael Bastian, designer nova iorquino e colaborador da marca Gant, ganhou o prémio de melhor designer masculino e Alexander Wang foi galardoado na área dos acessórios.

Os prémios Swarovski (patrocinador dos CFDA) foram atribuidos a Prabal Gurung, Robert Geller e Eddie Borgo, respectivamente nas categorias de pronto-a-vestir feminino, masculino e acessórios.

Lady Gaga recebeu, emocionada, o galardão de Icone da Moda 2011, pelo seu espírito transgressor e provocador.


Na fotografia: Jack McCollough e Lazaro Hernandez

NIKE: THE CHOSEN

A marca Nike acaba de lançar um novo anúncio intitulado The Chosen, que integra a sua campanha Just Do It. O vídeo apresenta jovens prodígios do skateboard, snowboard e surf, a mostrar o que sabem fazer de melhor. Vale a pena ver.

terça-feira, 7 de junho de 2011

“LOUIS VUITTON VOYAGES”

A exposição «Louis Vuitton - Voyages», patente no Museu Nacional da China em Pequim até 30 de Agosto de 2011, percorre os momentos dourados da história da casa francesa, que desde 1854 - data em que se estabeleceu - concilia na perfeição forma e função, criando luxuosos artigos de viagem que são verdadeiros testemunhos do estilo de vida francês.

«Louis Vuitton - Voyages» convida os visitantes a viajar através de várias décadas e a reviver as primeiras explorações dos talentosos artesãos que criaram a lenda Louis Vuitton. Do passado à realidade actual, a história desta dinastia empresarial foi profundamente marcada pela inovação. A par das descobertas de grandes exploradores, dos pedidos de figuras femininas proeminentes e das invenções desse período, a capacidade ilimitada da Louis Vuitton para se reinventar a si própria, ao mesmo tempo que mantém o seu legado de requinte, é incontestável.

Durante mais de um século, a Louis Vuitton acompanhou figuras importantes, coleccionadores e entusiastas apaixonados nas suas viagens pelo mundo. Cada artigo da Louis Vuitton é testemunho do encontro entre o sonho e o desejo do artista, e a visão e inventividade da casa. Ao subverter os códigos identitários da Louis Vuitton, como fez o seu director criativo Marc Jacobs, os diferentes artistas produziram novas criações icónicas sinónimos de elegância urbana, oferecendo a oportunidade de explorar uma terminologia de moda avivada pela frescura das suas visões.



A HISTÓRIA LOUIS VUITTON

Louis Vuitton nasceu em 1812. Descendente de uma família de carpinteiros com poucos recursos, mudou-se para Paris aos 15 anos, onde se tornou aprendiz de um fabricante de baús e malas de viagem. A pouco e pouco, as pessoas começaram a viajar - primeiro surgiram os comboios, depois os navios a vapor - e Louis Vuitton foi conquistando progressivamente a fama, de tal modo que em 1854 tinha clientes suficientes para lançar o seu próprio negócio.

Mais tarde surgiu o automóvel e o avião, e o talentoso artesão alterou a forma abaulada dos seus baús, introduzindo-lhe uma tampa plana, um forro impermeável e uma série de compartimentos para vestidos, leques, luvas e outros acessórios populares entre as classes sociais mais altas.

Na década de 1890, o seu filho Georges inventou o fecho Louis Vuitton, bem como o famoso monograma, criações que já nessa altura foram pensadas para diferenciar os verdadeiros baús Vuitton das inúmeras imitações que foram aparecendo no mercado.

Actualmente a Louis Vuitton possui e dirige mais de três centenas de lojas em todo o mundo, sendo o Japão o seu maior mercado. Em 1987 a marca uniu-se ao grupo Moet-Hennessy, tornando-se o maior grupo de bens de luxo do mundo.

Ao contrário de outras grandes marcas de bens de luxo, a Louis Vuitton controla todo o processo comercial, desde a produção à distribuição nas suas próprias lojas, salvaguardando assim a qualidade dos artigos e serviços.

Aliar a criatividade à sua própria história é outra das chaves do sucesso da Louis Vuitton. Em 1997, Yves Carcelle conduziu a marca para áreas até então inexploradas, ao lançar uma linha de pronto-a-vestir sob a direcção criativa de Marc Jacobs, à qual se juntaram mais tarde colecções de sapatos e joalharia.




DIESEL E AGV APRESENTAM O CAPACETE 
HI-JACK

A famosa marca italiana de lifestyle Diesel associou-se à AGV, icónica produtora de capacetes, protagonista no mercado motociclista há mais de 60 anos, para produzir o Hi-Jack, um capacete dedicado aos fãs da costumização e aos motociclistas que procuram um produto de excelente qualidade e com o rebelde e inconvencional estilo Diesel.

Desenhado pela equipa criativa da Diesel a partir dos modelos usados pelos pilotos de helicóptero, o capacete Hi-Jack apresenta grafismos com múltiplas variações cromáticas e visores curvos de policarbonato em cores transparentes, esfumadas e prateadas, que são facilmente intermutáveis graças ao sistema de remoção sem ferramentas, adaptando-se, assim, às necessidades e estilos de cada motociclista.
 


Concebido com uma particular atenção aos detalhes, o capacete Hi-Jack tem uma concha em fibra de vidro ACF, e acolchoado interno em tecido Dri-Lex lavável e amovível.
 Está à venda na Diesel Store Lisboa entre os tamanhos XXS a XL e nas cores: Dourado Cromado e Digit; Preto e Branco/SK-Y; Preto e Verde; Prateado Cromado e Preto; Cinza e Preto Mate; Branco e Riscas.


Diesel Store Lisboa
Praça Luis de Camões, 30
1200-243 Lisboa
Tel: 21 342 19 80

segunda-feira, 6 de junho de 2011

VISIONÁRIO TOM FORD

Depois de se estrear como realizador de cinema com o filme “A Single Man”, Tom Ford é agora o ‘objecto de estudo’ de um documentário sobre a sua carreira e o processo criativo da sua colecção feminina.

O projecto intitula-se “Visionaries: Tom Ford” e faz parte da série de documentários “Visionaries: Inside the Creative Minds” do canal norte-americano OWN de Oprah Winfrey. O episódio dedicado a Tom Ford, o segundo da série, foi dirigido por Michael Bonfiglio e estreia no próximo dia 24 de Junho.

Com 60 minutos de duração, “Visionaries: Tom Ford” mostra facetas até agora desconhecidas de um dos génios da moda mais controversos do século XXI e inclui imagens inéditas do desfile de apresentação da primeira colecção de pronto-a-vestir feminino com o seu nome.

Segundo informações reveladas pelo jornal britânico Daily Mail, no documentário o designer texano revela momentos cruciais da sua carreira, as suas crises existenciais, a sua bem sucedida reinvenção profissional e sentimentos como a saudade que sentiu na manhã seguinte à sua saída da Gucci - “Quando deixei a Gucci, voltei para casa, fechei as cortinas e dormi. Quando acordei, olhei para o meu calendário, que costumava estar lotado, e não tinha absolutamente nada. Eu não sabia mais quem eu era ou o que deveria ser”. O protagonista fala também sobre a sua visão real do seu trabalho: “Eu tenho sentimentos dúbios sobre a moda, porque nós convencemos as pessoas que elas não são perfeitas o suficiente. Promovemos o materialismo, que definitivamente não é o que traz felicidade ao mundo."

Tom Ford tornou-se conhecido quando assumiu a direcção criativa das casas Gucci e Yves Saint Laurent, e afirmou-se como um dos maiores nomes da moda da década de 1990, com as suas sensuais e provocadoras colecções e campanhas publicitárias. Em 2011, foi o único designer de moda a figurar na lista de personalidades “mais influentes” da revista Time. Em 2010, retomou a sua colecção feminina, numa apresentação restrita apenas a convidados. Tom Ford disse que esperou o momento certo para este retorno - “Eu só queria voltar quando pudesse mudar o sistema”, revelou.

James Cameron, Will.i.am e Annie Leibovitz são outras das mentes criativas documentadas em “Visionaries: Inside the Creative Minds”.

GUCCI COMEMORA 90 ANOS

A luxuosa marca italiana Gucci celebra este ano o seu 90º aniversário, com uma vibrante energia e sensualidade.

Desde que, em 1921, Guccio Gucci fundou a sua empresa de artigos em pele, utilizando a perícia artesanal da sua nativa Florença, o famoso logo de dois G tornou-se reconhecido pelo requinte e um particular glamour siciliano. Quando Frida Giannini chegou à direcção criativa da casa, para suceder a Tom Ford, em 2006, foi definido um novo futuro para a Gucci.

A estética de Frida Giannini é uma incomparável visão do luxo do rock-n-roll bohemian-chic do início da década de 1970. As fotografias que Bob Richardson tirou então a Angelica Huston foram o ponto de partida para a designer imaginar uma femme fatale sensual a desfilar pela passerelle, com olhos velados por um chapéu de abas largas adornado com plumas. Para a noite, Giannini optou pelo glamour de Hollywood com vestidos drapeados em chiffons fluidos. Para tal, a designer inspirou-se num ícone mais contemporâneo: a cantora Florence Welch.

A Gucci celebra o grandioso momento do seu 90º aniversário com uma série de colaborações, das quais já resultaram o luxuoso barco ‘Aquariva’ e a edição especial do automóvel Fiat 500 customizado por Giannini. Mas há mais. Em Setembro próximo, a marca irá inaugurar o Museu Gucci em Florença.

Ficaremos atentos às novidades.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

GLADSTONE GALLERY EXPÕE OBRA DE KEITH HARING

Keith Haring (1958-1990) foi um artista gráfico e activista americano reconhecido pela sua iconografia singular: uma mistura de elementos sexuais com discos voadores, pessoas, animais, pirâmides, televisões, telefones, etc. Foi esta visão particular do mundo que o tornou um dos artistas mais conhecidos do século XX. A sua obra está actualmente em exibição na Gladstone Gallery, em Nova Iorque. Pinturas de grande formato, uma série de esboços e trabalhos em papel nunca antes expostos oferecem um olhar único sobre o trabalho e o processo criativo do prolífico artista.

Keith Haring nasceu nos EUA, em 1962, na pequena cidade de Kutztown. Na década de 80, mudou-se para Nova Iorque, ingressou na School of Visual Arts, e deixou-se influenciar imediatamente pela vida da grande cidade, o hip-hop, o breakdance e os graffitis. Keith Haring conviveu com os chamados “artistas de rua” e começou a ganhar notoriedade ao desenhar a giz nas estações de metro, ruas e paredes de Nova Iorque. As suas primeiras exposições formais ocorreram a partir de 1980 no Club 57, então um ponto de encontro da elite vanguardista. Na mesma década, participou em várias bienais e pintou diversos murais pelo mundo – Sidney, Amesterdão e até mesmo no Muro de Berlim.

Keith Haring criou um código visual muito próprio, que se tornou facilmente reconhecível por todos. Utilizava linhas de contorno com traço grosso, tornando as suas figuras muito simples, e dava preferência às cores primárias e secundárias.

Em 1988 criou a Fundação Keith Haring, de apoio a crianças vítimas de sida. No ano seguinte, perto da igreja de Sant´Antonio Abate, em Pisa, Itália, criou a sua última obra pública - o grande mural intitulado “Tuttomondo”, dedicado à paz universal. Morreu aos 31 anos de idade, vítima de sida.

FASHIONING THE FUTURE AWARDS PROCURA TALENTOS EMERGENTES NA ÁREA DE MODA

Atenção estudantes e recém-licenciados na área de moda! O Centre for Sustainable Fashion do London College of Art lançou mais uma edição do concurso Fashioning the Future Awards, uma plataforma internacional multidisciplinar dedicada ao design de moda sustentável, ao seu desenvolvimento e comunicação.

Na sua 3ª edição, o Fashioning the Future Awards 2011 lança o desafio "Unique", acreditando que não há limites para a criatividade humana e o pensamento criativo. Estudantes e recém-licenciados de todo o mundo de áreas relacionadas com o design, desenvolvimento e comunicação de moda são convidados a apresentar produtos únicos e excepcionais e a satisfazer o nosso desejo colectivo por inovação.

What kind of world are you designing for?
What is your motivation as a designer?
What is your unique contribution to our collective futures?

Estas são as questões lançadas pelo Fashioning the Future Awards 2011. Para participar, basta fazer o registo online em www.sustainable-fashion.com e enviar os trabalhos e informação solicitada até ao próximo dia 15 de Junho.

Lançado em 2008, o Fashioning the Future Awards une actualmente uma série de instituições de moda no mundo inteiro e uma comunidade global de pensadores criativos, realizadores, designers, inovadores e empreendedores, com o intuito de ajudar a indústria da moda a definir um percurso para o futuro.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

WHITESNOW, ARTE NA FOTOGRAFIA

Sonya e Mark Whitesnow são dois jovens fotógrafos russos, que se dedicam a produzir dois tipos de fotografias. Umas muito realistas, reflectindo momentos da vida ou a personalidade de homens e mulheres reais, e outras, místicas e enigmáticas, que pela sua composição, linhas puras e cores intensas, parecem pinturas.

Sonya e Mark Whitesnow já apresentaram vários trabalhos impressionantes. A série “Psychospa” fala do desejo de um habitante de uma grande cidade se reunir com a natureza de uma forma insólita – usando máscaras de chocolate e mel ou banhos de minerais terapêuticos.

Mais ternas são as séries “Ice Cream” e “Regina”, onde os fotógrafos recordam a sua infância, o tempo doce e para eles simbolizado pelo gelado, a sobremesa favorita das crianças.

“Homo nivalis” tem um pretexto religioso e faz reflectir sobre a espiritualidade das pessoas.

A variedade de ideias desenvolvida por esta dupla artística é imensa e a qualidade de produção é fascinante. No website www.whitesnowstudio.com encontram-se os melhores exemplos da sua fotografia realista e artística.

SEM RETOQUES

A questão sobre se se deve, ou não, retocar e editar as fotografias que aparecem em revistas e anúncios é motivo de discussão e de opiniões diversas.

Para celebrar a abertura da sua nova sede em Londres, a Viva Models, a agência que representa modelos tão famosas como Natalia Vodianova, Raquel Zimmermann e Edi Campbell, mostra os seus rostos ao natural na exposição 'Untouched', que inaugurou no passado dia 26 de Maio na Rochelle School, em Londres.

O fotógrafo Scott Trindle foi encarregue de ressaltar a beleza natural de cada uma das modelos da agência, sem recorrer a qualquer tipo de maquilhagem ou retoque. Os efeitos foram conseguidos somente com luz, sombra e o olhar do fotógrafo. “As imagens sem retoques não me assustam. Na verdade, na minha opinião, acrescentam mistério ao trabalho. Ter uma mulher linda a posar em frente a uma janela não me assusta nada e o medo que provoca uma imagem natural, sem retoques, é incrível. Eu acho que o principal valor de uma fotografia deste tipo é a sua pureza”, explica Scott Trindle.

As imagens finais, a preto e branco, são uma fusão de reportagem, retrato e fotografia de moda.


Fotografias: Cortesia Viva Models